Equipamento de proteção individual não é lista única: o que é obrigatório depende da exposição de cada atividade.
Proteção das mãos: luvas de procedimento para contato com fluidos; luvas estéreis para procedimentos invasivos; luvas de cano longo para limpeza e desinfecção.
Proteção respiratória: máscara cirúrgica para barreira de gotículas; respirador PFF2 quando há risco de aerossóis. São itens diferentes, com finalidades diferentes — trocar um pelo outro compromete a proteção.
Proteção do corpo: avental descartável para barreira simples; avental impermeável quando há risco de respingo de fluido em volume.
Proteção ocular e facial: óculos de proteção ou protetor facial em qualquer procedimento com risco de respingo.
Proteção capilar e dos pés: touca e propé em áreas de circulação restrita e centro cirúrgico.
O erro mais comum na compra é dimensionar pela média do mês, sem considerar picos. O segundo é padronizar gramatura de avental para baixo: economiza no papel e custa em troca dupla, porque o avental fino rasga na paramentação.
Vale também revisar o registro dos produtos. EPI de uso em saúde deve ter registro ou notificação regularizada, e o fornecedor precisa conseguir apresentar a documentação quando solicitado.
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